Tradição servida
à mesa.

Muito antes de ser uma referência gastronómica, A Regaleira já era um nome da cidade. E foi dentro desta casa que nasceu, em 1952, a Francesinha original.

Onde nasceu a Francesinha original.

A origem da Francesinha começa dentro d’A Regaleira, quando António Passos convida Daniel David da Silva, então barman em França, para integrar esta casa.

Inspirado pelo “Croque Monsieur”, Daniel reinterpretou o conceito com identidade portuguesa, carnes mais ricas, sabor mais intenso e um molho secreto de caráter forte e picante.

Nascia assim uma receita singular, criada no Porto, para o Porto, e destinada a tornar-se património gastronómico nacional.

Mais de sete décadas depois, essa receita continua a ser servida com o mesmo respeito pela sua origem.

Sobre Gerações de dedicação

A Regaleira sempre acreditou que tradição não se mantém apenas através da receita, mas através de quem a vive todos os dias.

Muitos dos profissionais que servem esta casa acompanham-na há décadas. Alguns representam já uma continuidade geracional, reflexo de uma cultura feita de experiência, proximidade e orgulho.

Mais do que colaboradores, são parte da identidade d’A Regaleira.

Passado, presente e continuidade.

Mudou o espaço. Nunca a essência.

Em 2018, o encerramento da casa original marcou um momento difícil para todos os que reconheciam A Regaleira como símbolo da cidade. Mas a história não terminou aí. Em 2021, A Regaleira regressou à Rua do Bonjardim, poucos metros abaixo da sua localização original, devolvendo ao Porto uma das suas maiores referências gastronómicas.